O soft pornô do Suicide Girls contra a parede
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O site soft pornô Suicide Girls está sendo acusado de exploração, quebra de contrato e machismo por cerca de 30 "modelos" que realizaram ensaios fotográficos para o endereço, reporta matéria da Wired. As acusações têm sido espalhadas em blogs [aqui e aqui] e listas de discussão.
O endereço ganhou fama na web por publicar ensaios eróticos de garotas indies, punks e góticas, cheias de tatuagens e piercings, e sem silicone ou efeitos do Photoshop. Tudo bem diferente do padrão de modelo pornô da web.
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Segundo uma das modelos, o site prometia que "você teria seu próprio blog e a sua voz na web" e ainda a chance de fazer seu próprio ensaio e divulgar sua banda. "Eu estava procurando fazer um trabalho de arte", explica a garota que, após a sua saída, não conseguiu retirar as fotos do site.
Outra revela que, ao contrário do divulgado, o site não é comandado por mulheres, mas por Sean Suhl, um "cara que entende bem de marketing e como se aproveitar dos outros".
Outras garotas acusam o site de não cumprir o contrato [pagamentos]. O Boingboing ainda levanta a questão de que o FBI, em sua "Guerra contra a pornografia", teria "pedido" recentemente que algumas imagens fossem retiradas do site.
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